Moção de Louvor
Ativo

Moção de Louvor Nº 016/2024 | Processo: 463/2024

CONCEDE MOÇÃO DE LOUVOR À ASSISTENTE SOCIAL KARINA SILVEIRA ULSON
Autor(es): PAULO PEREIRA DA SILVA (VER. PAULÃO)
Apresentação: 21/06/2024

Resumo Executivo

Situação Atual
Ativo
Órgão / Comissão Atual
Câmara Municipal
Última Movimentação
Lido no Expediente - Sessão de Terça - feira, 02 de julho de 2024
Última Atualização
03/07/2024 às 09:04

Linha do Tempo da Tramitação 4

QUARTA-FEIRA, 3 DE JULHO DE 2024 - 09:04 Movimentado
Lido no Expediente - Sessão de Terça - feira, 02 de julho de 2024
SEGUNDA-FEIRA, 1 DE JULHO DE 2024 - 11:43 Movimentado
Inclusa no Expediente - Sessão de 02/07/2024
SEXTA-FEIRA, 21 DE JUNHO DE 2024 - 09:50 Finalizado
Encaminhado ao local Para Leitura
Setor: Para Leitura
SEXTA-FEIRA, 21 DE JUNHO DE 2024 - 09:50 Movimentado
Entrada no Protocolo Geral - Regime de tramitação Ordinário

Pareceres das Comissões 0

Nenhum parecer emitido por comissão legislativa até o momento.

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Autoria e Coautorias

Autor(a) Principal
PAULO PEREIRA DA SILVA (VER. PAULÃO)

Informações Complementares

Texto da Matéria

   O VEREADOR PAULO PEREIRA DA SILVA (PAULÃO) no uso de suas atribuições legais, submete à deliberação do Plenário a seguinte:  

 

  MOÇÃO DE LOUVOR  

         Requeiro à Mesa na forma regimental, ouvido o Plenário, seja concedida Moção de Louvor à Senhora Karina Silveira Ulson, residente em Pinhais, PR

Justificativa

Filha única de Wagner Ferreira da Silveira e Valnei Rodrigues Rocha Silveira (Lolô), esposa de André Willian Ulson e mãe de Cecília Silveira Ulson, Karina Silveira Ulson, nascida aos 19/03/1984 em Curitiba, aos 17 anos, ingressou na Faculdade para o curso de Serviço Social. No início, muitos duvidavam da certeza de sua escolha, devido a pouca idade, porém, convicta de sua vocação formou-se aos 21 anos de idade no ano de 2005. Trabalhou em empresa privada (Mili S/A e Nissei) e organização não governamental (Pequeno Cotolengo do Paraná) ao longo de seu estágio acadêmico e assistente social efetiva. É pós-graduada em: 1)- Administração Estratégica de Pessoas; 2)- Educação Especial e Inclusão; 3)- Questão Social Pela Perspectiva Interdisciplinar; 4)- Gestão Social: Políticas Públicas, Redes e Defesa de Direitos. Servidora pública de Pinhais, cidade que escolheu trabalhar, estudar e constituir sua família.

Em 2008, prestou concurso público para o município de Pinhais, onde passou em 8º lugar na classificação geral e foi chamada via telegrama no início de 2009. Seu início na prefeitura foi como assistente social do CRAS Oeste (antigo CRAS Jardim Cláudia) da Secretaria Municipal de Assistência Social. Na época, os CRAS estavam sendo implantados e os equipamentos sendo adaptados para as necessidades dos profissionais e população atendida. Um dia, eu estava no CRAS quando uma munícipe chegou chorando na recepção e não havia sala disponível para atendê-la prontamente; Para evitar que ela ficasse mais exposta ainda, peguei 2 banquetas na cozinha e a direcionei para uma árvore que ficava bem ao fundo do terreno do CRAS. Era uma opção para garantir o sigilo do atendimento e não revitimizá-la. Relata que em seguida, profissionais da sede a procuraram e não a encontraram no CRAS, deduziram que ela havia indo embora. Porém, continuaram as buscas e a avistaram sob a árvore do CRAS atendendo a munícipe: fiquei conhecida como a assistente social da árvore.  

Permaneceu no CRAS por alguns meses, até que saísse a vaga de assistente social na Secretaria Municipal de Educação na Gerência de Educação Especial e Inclusão: Queria continuar a minha atuação na área da educação especial e colocar em prática o que havia acabado de aprender na pós-graduação em Educação Especial e Inclusão. Na GESPI, permaneceu por dois anos onde na sequência, foi convidada para retornar à SEMAS, desta vez, atuando na Proteção Social Especial, no CREAS. Novo desafio e muito gratificante. O CREAS foi uma escola para mim. Karina atuou no CREAS pelo período de 07 anos, passando pela coordenação e gerência deste, atuando também, na coordenação da Alta Complexidade. Em 2018, foi para o CRAS Norte onde permaneceu por 5 anos e meio até sua saída para a licença maternidade. Destes, 5 anos ficou à frente do equipamento, na coordenação do CRAS Norte e tinha o projeto de retornar de sua licença maternidade fazendo 30 horas semanais: Precisava desse tempo para cuidar e curtir minha bebê, comenta. Em seu retorno, passou a atuar na sede da Secretaria Municipal de Assistência Social, no Serviço de Proteção Social Básica para Pessoas com Deficiência e Idosas. No início do presente ano, foi convidada a atuar como Articuladora da Rede de Proteção da Família de Pinhais, onde permanece e vem desenvolvendo essa função nova, na busca da defesa dos direitos da população de Pinhais, articulando com as políticas públicas e entidades da organização da sociedade civil, buscando sempre planejar e executar estratégias que viabilizem o enfrentamento das principais expressões da Questão Social em nosso município